Professora que proibiu policial de fazer prova por usar farda desrespeitou duas profissões ao mesmo tempo

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Um dos fatos mais revoltantes dos últimos dias é o caso da aluna do curso de Direito na Universidade Estadual da Paraíba, que foi impedida pela professora de entrar na sala de aula e realizar uma prova por estar com uniforme da Polícia Militar.

Esse caso de preconceito ocorreu na Cidade de Guarabira, no Agreste do Estado, na última terça (31): uma aluna de Direito na UEPB, que também é Policial Militar, foi realizar uma prova, mas foi impedida pela professora por que usava farda e estava armada.

O chefe adjunto do curso, Agassiz Almeida, disse que a professora perguntou à aluna se ela estava de serviço. Ao confirmar que sim, a policial disse ter obtido autorização do oficial do dia para realizar a prova, mesmo estando fardada. A professora então criou a narrativa de que a policial deveria realizar a prova em outra oportunidade “para não prejudicar o trabalho”.

A Caixa Beneficente dos Oficiais e Praças da Polícia Militar e do Bombeiro Militar da Paraíba emitiu uma nota afirmando que a situação causou “constrangimento não só à pessoa da policial, mas a todos os integrantes da corporação, demonstrando claro preconceito profissional, o que deve ser combatido nos dias atuais”.

Com toda a razão, o órgão vai acionar a UEPB judicialmente e pedir o afastamento da Professora. Mas é pouco. É preciso de punição maior,  pois temos um claro caso de preconceito por questões profissionais.

Observe que a PM disse que estava de serviço. Para praticar seu ato de preconceito, a professora disse que ela deveria fazer a prova em outra oportunidade “para não prejudicar seu trabalho”. Quer dizer: ela acusou a PM de ter mentido. A professora também deve ser processada por isso.

O constrangimento causado à policial é imperdoável, mas também é preciso dizer que tudo isso é resultado da contínua campanha de ódio que a extrema esquerda vem perpetrando contra os policiais. No fim de semana, na Globo, o Fantástico fez uma matéria para difamar os policiais, dizendo que eles são a polícia que “mais mata” no mundo, omitindo o fato de que é a que mais morre também. Informações enviesadas desse tipo servem apenas à campanha de ódio.

A PM tinha pleno direito de ser tratada como qualquer outro profissional que fosse fazer a prova.

Vale lembrar que no Brasil tem gente que permite que um aluno possa até assistir aula pelado. Mas por que não pode fazer o mesmo fardado?

No vídeo abaixo, divulgado na página do vereador de Londrina, Filipe Barros, vemos a extrema arrogância de do diretor do centro, defendendo todas as atrocidades da professora.

Essa professora desrespeitou duas profissões ao mesmo tempo. Atacou a classe dos policiais e ainda causou danos à imagem dos professores, que deveriam rejeitar o que ela fez.

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