Polícia Federal realiza operações contra tráfico internacional de cocaína

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A Polícia Federal, em conjunto com Receita Federal, cumpre 60 mandados de prisão em seis estados nesta terça-feira (10) contra o tráfico internacional de cocaína por portos de Santa Catarina. As ações, batizadas de Oceano Branco e Contentor, fazem parte de investigações que já levaram à apreensão de mais de 10 toneladas de drogas no Brasil e Europa.

Até as 10h, 56 foram presos: 25 na Operação Contentor e 31 na Oceano Branco. Um dos suspeito está foragido no exterior.
Cerca de 450 policiais federais e 25 servidores da Receita cumprem 104 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de prisão preventiva, 15 de prisão temporária, 12 conduções coercitivas, sequestros de bens móveis e imóveis e bloqueio de contas bancárias em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Pernambuco, Paraíba e Rio de Janeiro.
São duas operações, Oceano Branco e Contento

São cumpridos 60 mandados de prisão (Foto: Luiz Souza/NSC TV)
São cumpridos 60 mandados de prisão (Foto: Luiz Souza/NSC TV)

São cumpridas 176 ordens judiciais, sendo 60 mandados de prisão
As investigações ocorrem desde 2016 e já levaram à apreensão de mais de 10 toneladas de cocaína no Brasil e Europa
Em Joinville, no Norte catarinense, carros de luxo foram apreendidos em uma revendedora. A PF acredita que os sócios estejam envolvidos no esquem do tráfico. A polícia ainda investiga se a loja era usada para a lavagem de dinheiro. Também foram sequestrados veículos em residências de investigados.
Três foram presos em Santos, no litoral paulista. Em João Pessoa, dois foram detidos. Em Recife, um homem foi preso.
De acordo com a PF, as quadrilhas atuam de forma parecida, colocando as drogas em contêineres com mercadorias lícitas a serem exportadas, geralmente, para países europeus.
Os suspeitos poderão ser indiciados pelos crimes de tráfico e associação ao tráfico internacional de entorpecentes, falsificação de documentos e uso de documentos falsos.
Os presos vão ser interrogados nesta terça-feira e devem passar por audiências de custódia.

Fonte: G1

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