Mulher que supostamente foi empurrada do 4° andar de prédio morre

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A estudante de 20 anos, que pode ter sido jogada do 4º andar de um prédio, morreu na noite de segunda-feira (11) em Manaus. A jovem estava internada há sete dias em estado gravíssimo. Uma colega da vítima chegou a ser presa por suspeita de envolvimento no caso, mas foi liberada pela Justiça. A suspeita nega a versão.
O caso ocorreu na noite de terça-feira (5), por volta das 18h30, em um dos apartamentos do conjunto habitacional Viver Melhor, na Zona Norte da capital. Conforme a polícia, na ocasião do delito, a vítima e a infratora estavam bebendo no local.
De acordo com o Instituto Médico Legal, a mulher morreu às 21h45 de segunda por hemorragia encefálica e traumatismo cranioencefálico. Ela estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio.

Briga

Uma testemunha ouvida pela polícia declarou ter visto a mulher e uma colega travando luta corporal momentos antes da queda. De acordo com a Polícia Civil, a testemunha relatou, ainda, que a colega “empurrou a vítima do apartamento”.

O que se sabe

Polícia foi acionada ao Conjunto Viver Melhor após uma mulher de 20 anos cair do 4º andar de um dos prédios;
Vítima e a infratora estavam bebendo na casa da jovem, quando entraram em uma discussão;
A mulher, de 34 anos, foi detida suspeita de ter empurrado a vítima. Ela nega a versão e diz que foi um acidente;
Uma testemunha relatou à polícia ter visto as duas brigando e a vítima sendo empurrada.

A mulher que estava com a vítima foi autuada, em flagrante, por homicídio tentado e encaminhada para Audiência de Custódia no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis. Ela teve a liberdade provisória concedida pelo Tribunal de Justiça do Amazonas, com parecer favorável do Ministério Público do Estado do Amazonas.
Na decisão, a Justiça submeteu a liberdade da suspeita ao cumprimento de medidas cautelares e encaminhou a mulher ao projeto Reeducar.

A suspeita deve cumprir Comparecimento periódico 30 e 30 dias para informar e justificar atividades;
Proibida de frequentar bocas de fumo e locais relacionados ao consumo de entorpecentes e afins para evitar o risco de novas infrações;
Não manter contato com vítima ou testemunhas arroladas;
Proibida de se ausentar da comarca enquanto houver investigação e instrução processual do caso.

Ana Caroline de Lima Pinheiro, de 34 anos (Foto: Divulgação)

Fonte: G1 Amazonas

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