“Esquenta” pro carnaval marcado por muita confusão, pancadaria e prisões em Manaus

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Manaus – Um foragido foi recapturado, 11 bares notificados por falta de documentos e a banda carnavalesca DJ Evandro Júnior, que ocorreu na zona norte, teve seu encerramento antecipado por descumprir o limite de público e gerar insegurança aos brincantes. Esse é o saldo da primeira noite da Operação Alegoria Proibida, realizada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) na noite deste sábado (06/01) e madrugada de domingo (07/01) em Manaus.

Equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros fizeram incursões em bairros e vistorias a bares, casas noturnas e blocos carnavalescos. Comandada pelo vice-governador e secretário de Segurança, Bosco Saraiva, a Operação aconteceu em diversos pontos da capital.

Bares e casas noturnas do Centro, Educandos, Coroado, Jorge Teixeira e Nova Cidade foram fiscalizados. Onze foram notificados pela falta do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, concedido aos empreendimentos que atendem aos critérios de segurança contra incêndios e evacuação em emergência. Na banda Carnavalesca DJ Evandro Jr, que estava no roteiro de vistorias, um tumulto foi registrado pela Polícia Militar.

Irresponsabilidade – O vice-governador e secretário de segurança classificou como um ato de extrema irresponsabilidade e disse que a organização do evento carnavalesco será intimada e poderá até responder criminalmente. Houve descontrole e empurra-empurra na entrada do público no estacionamento do Shopping Via Norte. A tropa do Comando de Policiamento Especializado da PM (CPE) foi ao local para controlar a situação.

No momento em que a equipe da Operação Alegoria Proibida chegou, os organizadores não tinham em mãos a declaracão de autorização do evento em conformidade com a Lei 2812/2003, que trata sobre segurança contra incêndio e pânico. Com isso, Saraiva determinou a notificação dos organizadores e do shopping center e o encerramento antecipado dos shows.

Segundo o Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros, coronel Mauro Marcelo de Lima Freire, o evento tinha o dobro do público previsto no projeto dos organizadores, deixando vulnerável a segurança dos brincantes. Eles estavam sem a autorização adequada. O evento era para 4 mil e tem 10 mil pessoas. Além disso, não há equipes de brigada de emergência em número suficiente, o que põe em risco a vida das pessoas que vêm brincar, destacou.”

Fonte: CM7

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